Você tem fome de quê?

Dra. Daniela Rodrigues 8 de novembro de 2012 Bem-estar 0     Imprimir Imprimir

É muito comum nos depararmos com pessoas que carregam dentro de si um enorme desejo em emagrecer, se sentir mais esbelto e atraente, mas que não conseguem abandonar o hábito de comer em excesso, ou deixar de se alimentar de forma indisciplinada, comendo fora de hora e se empanturrando de guloseimas.

Podemos ver essa conduta de várias formas, como falta de força de vontade, preguiça, acreditar que aquela pessoa não quer realmente mudar ou talvez que ela não nasceu para ser magra e/ou saudável.

Dentre os motivos que levam uma pessoa a continuar carregando hábitos prejudiciais tanto para sua saúde quando para auto-estima, quero me ater a um problema que muitos têm ao se alimentar, e que na maioria dos casos não se é percebido.

Embora exista dentro de si o real intuito em se controlar na hora de se alimentar, quando está a mesa, o indivíduo em questão perde o autocontrole, e passa a comer de forma compulsiva e inadequada. Assim mais uma vez o sujeito sente que falhou se tornando mais vulnerável para cair nesse ciclo vicioso dá próxima vez.

Nesses casos, a comida deixa de ser usada para nutrir-se e passa a ser usada como válvula de escape para sentimentos desagradáveis como mágoa, culpa, tristeza e ansiedade. Isso porque o indivíduo não conseguiu obter formas mais elaboradas de superar seus sentimentos, então utiliza a boca para aliviar o descontentamento interno.

Quando não trabalhadas, essas emoções tendem a se tornar cada vez mais nocivas, interferindo dessa e outras formas na vida do sujeito emocionalmente perturbado.

Por isso a importância de procurarmos nos autoconhecer, o indivíduo que se dá a oportunidade de aprender mais sobre ele mesmo, em troca ganha frutos para uma vida inteira.


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Quem escreveu

Dra. Daniela Rodrigues

Formada em psicologia, pós-graduada em terapia cognitiva comportamental. Possui formação de brinquedista e organização de brinquedoteca.

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