A fase dos projetos – Como fica a sexualidade?

Mara Stevani 8 de agosto de 2012 Bem-estar 0     Imprimir Imprimir

O casal após algum tempo, pode iniciar o projeto de comprar uma casa, acelerar ganhos profissionais ou ter um filho. Durante este período, a tendência é unirem-se mais, se sentirem mais comprometidos, mais satisfeitos um com o outro. Tudo isso é claro, se os projetos forem os mesmos. Se estiverem compartilhando dos mesmos objetivos. Por ex.: se os dois concordam em economizar para comprar um bem imóvel.

Se o projeto for um filho, o contato afetivo sexual se fortalece, inclusive aumentando a procura sexual. No entanto após o início da gravidez, e principalmente quando a barriga fica mais evidente, é importante que os pares fiquem atentos aos seus sentimentos. Novas emoções não compreendidas podem aparecer. É necessário que conversem sobre esses sentimentos e evitem projetá-los no parceiro.

Para a mulher é comum se sentir menos atraente e acreditar que o marido sente o mesmo. A gravidez é também um status. A grávida é tratada com mais cuidado e respeito e a gestante, mesmo que inconscientemente, espera certas deferências pelo seu estado. Isso a torna mais sensível e pode se aborrecer com situações antes vividas como naturais. O homem, por sua vez, se sente cobrado e agredido injustamente. Também é comum o parceiro se sentir intruso nesta relação tão intima da esposa – mãe com seu futuro bebê.

No momento da relação sexual, dúvidas sobre machucar o feto ou provocar aborto podem aparecer e atrapalhar. Há homens que referem estranheza na intimidade, como se estivessem sendo assistidos pelo futuro filho. O que importa durante esses nove meses, é que o casal converse e compreenda todas essas alterações como naturais e passageiras.

O fato de desejar muito um filho não significa que automaticamente vamos compreender e gostar de todas as mudanças que os dois terão que vivenciar. Mas, adquirir todo conhecimento sobre a fase de espera e aceitar, evitará que os pares se distanciem afetiva e sexualmente, garantindo o companheirismo e a estabilidade emocional necessária, para quando o bebê chegar.

Após o nascimento, se o casal passou a gravidez preservando a vida afetiva sexual e investindo no amor, as novas exigências serão vividas com mais facilidade. E a sexualidade, mesmo que diminuída, não será prejudicada a ponto de provocar desavenças, afastamento afetivo ou até mesmo uma disfunção sexual. A falta de desejo e/ou excitação, podem ocorrer em consequência; e a procura de um especialista é indicado para que a disfunção seja compreendida dentro do contexto e resolvida. FELICIDADES AOS FUTUROS PAIS!!!!!!


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